sábado, 24 de maio de 2014

CREAS AGRADECE




Aos colaboradores e parceiros que contribuíram para o sucesso da nossa Caminhada em Combate a Exploração e ao Abuso Sexual de Crianças e Adolescentes, registramos aqui nosso agradecimento:

Governo Mais Perto de Você
Secretaria de Ação Social e Desporto
CRAS I, CRAS II, Sine Bahia, Diretoria de Esporte
Conselho Tutelar
Secretaria de Educação
Escola Hildebrando Nunes
Escola Italva Bittencourt
Escola José Mendes de Andrade
Escola Adélia Matta
Colégio Municipal Ângelo Jaqueira
Escola Lessa de Moraes
Escola Pastor Paulo
Escola Tertulina Andrade
Secretaria de Infraestrutura
Secretaria de Saúde
NASF, CAPs, PSF
Secretaria de Administração
Diretoria de Transporte
Polícia Militar
Ministério Público
Câmara de Vereadores

A confiança em nós depositada, representa muito para todos os que fazem parte do CREAS e reforçamos o nosso compromisso de continuar trabalhando, acolhendo indivíduos e famílias que tiveram seus direitos violados. 

A todos, o nosso muito obrigado.

Equipe CREAS 

Está desaparecido desde a noite do dia 17 de maio, o senhor Ademilton Pereira dos Santos, mais conhecido como “Dunga”. Ele é morador de Valentim, distrito de Dário Meira, e desapareceu após passar três dias em Ipiaú. De acordo com um sobrinho de Dunga, ele estava na casa de sua irmã em Ipiaú e durante a noite de sábado(17) não foi mais visto no local. A família está divulgando a imagem do desaparecido nas redes sociais. Ainda de acordo com os familiares, Ademilton não tem possui histórico de problemas mentais. Qualquer informação entrar em contato através dos telefones; (73) 3531-5453/ 8858-8357. 
Giro em Ipiáu

domingo, 18 de maio de 2014

DIA 18 DE MAIO TAMBÉM É LUTA PELOS DIREITOS HUMANOS




Hoje é dia da luta antimanicomial. Uma luta não apenas pelo direito a um tratamento humanitário, mas sobretudo, uma luta contra a exclusão e o genocídio motivado pelo ideal de "limpeza" da sociedade. Casos que nos lembram o Hospital Colônia de Barbacena, em Minas Gerais, por exemplo, onde menos de um terço dos pacientes tinham diagnóstico de doença mental. Todos os outros estavam ali porque a sociedade não os queria por perto: epiléticos, mendigos, alcoólatras, homossexuais, prostitutas, meninas grávidas violentadas ou que perderam a virgindade antes do casamento compunham os 70% restantes dos internados naquela instituição, que chegou a 5 mil internos na década de 1960. Ali aconteceu parte do holocausto brasileiro. 60 mil mortes, que por décadas não interessaram a ninguém. O movimento antimanicomial resultou na Lei 10216 de 2001 (Lei Paulo Delgado), que reformulou o modelo de Atenção à Saúde Mental, transferindo o foco do tratamento que se concentrava na instituição hospitalar para uma Rede de Atenção Psicossocial, estruturada em unidades de serviços comunitários e abertos. O fim dos manicômios, hoje, é uma realidade em nosso país, mas que é ameaçada por políticas de internação compulsória em comunidades terapêuticas, instituições que não oferecem nenhuma atenção psicológica e acabam por repetir o modelo do Hospital Colônia.

Nesta terça-feira (20),participe da caminhada contra o abuso sexual